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AgRg no AREsp 202600927147 — STJ
- Tribunal
- STJ
- Processo
- 3200274
- Registro
- 202600927147
- Classe
- AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- Relator(a)
- REYNALDO SOARES DA FONSECA
- Órgão julgador
- QUINTA TURMA
- Data da decisão
- 2026-06-16
- Data de publicação
- DJEN DATA:23/06/2026
- Tipo
- ACÓRDÃO
Julgado em 16/06/2026
Ementa
PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
VIOLAÇÃO DO PRINCÍPIO DA COLEGIALIDADE. NÃO OCORRÊNCIA. DECISÃO
MONOCRÁTICA AMPARADA EM JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA. SÚMULA 568/STJ.
IMPORTUNAÇÃO SEXUAL. PRETENSÃO DE DESCLASSIFICAÇÃO PARA ATO OBSCENO.
NECESSIDADE DE REVOLVIMENTO FÁTICO-PROBATÓRIO. INCIDÊNCIA DA SÚMULA
7/STJ. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO.
1. A decisão monocrática proferida em consonância com a
jurisprudência desta Corte não ofende o princípio da colegialidade,
porquanto sujeita ao controle do órgão colegiado mediante agravo
regimental. Inteligência da Súmula 568/STJ.
2. O Tribunal de origem assentou, com base em relatos colhidos nas
fases inquisitorial e judicial, a prática de ato libidinoso dirigido
a pessoa determinada, subsumindo a conduta ao art. 215-A do Código
Penal. A tese defensiva de desclassificação para o art. 233 do
Código Penal demanda reexame do conjunto fático-probatório,
providência inviável na via especial, nos termos da Súmula 7/STJ.
3. Agravo regimental não provido.
Fonte: STJ — acervo público. Buscar o inteiro teor deste processo na Biblioteca.