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AgInt no AREsp 202504435864 — STJ
- Tribunal
- STJ
- Processo
- 3104434
- Registro
- 202504435864
- Classe
- AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- Relator(a)
- HUMBERTO MARTINS
- Órgão julgador
- TERCEIRA TURMA
- Data da decisão
- 2026-06-22
- Data de publicação
- DJEN DATA:25/06/2026
- Tipo
- ACÓRDÃO
Julgado em 22/06/2026
Ementa
PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. TESE
DE ILEGITIMIDADE PASSIVA. ALTERAÇÃO DAS CONCLUSÕES DO TRIBUNAL DE
ORIGEM QUE DEMANDAM REEXAME DE FATOS E PROVAS. SÚMULA N. 7/STJ.
NEGÓCIO JURÍDICO INEXISTENTE. FORTUITO INTERNO. DEVER DE INDENIZAR.
REVISÃO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA N. 7/STJ. DISSÍDIO PREJUDICADO.
1. O Tribunal de origem, com base nos fatos e provas dos autos,
concluiu que o recorrente é parte legítima para figurar no pólo
passivo. A revisão das premissas adotadas pelo Tribunal de origem
demandam reexame de fatos e provas. Óbice da Súmula n. 7/STJ.
2. O acórdão recorrido, amparado no acervo fático-probatório dos
autos, atestou que o negócio jurídico é inexistente, que os
descontos eram indevidos, e reconheceu a responsabilidade civil da
instituição financeira recorrente em decorrência de fortuito
interno, especialmente após conclusão pericial. A revisão de tais
premissas demandaria o reexame de fatos e provas, providência que
também esbarra no óbice da Súmula n. 7/STJ.
3. A análise do dissídio jurisprudencial, pela alínea "c" do
permissivo constitucional, fica prejudicada quando for aplicado
óbice processual ao recurso especial pela alínea "a", no que tange à
mesma matéria.
Agravo interno improvido.
Fonte: STJ — acervo público. Buscar o inteiro teor deste processo na Biblioteca.