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AREsp 202300818253 — STJ
- Tribunal
- STJ
- Processo
- 2327681
- Registro
- 202300818253
- Classe
- AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- Relator(a)
- RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA
- Órgão julgador
- TERCEIRA TURMA
- Data da decisão
- 2025-10-20
- Data de publicação
- DJEN DATA:24/10/2025
- Tipo
- ACÓRDÃO
Julgado em 20/10/2025
Ementa
AGRAVOS EM RECURSO ESPECIAL. ADMISSIBILIDADE. DECISÃO AGRAVADA.
FUNDAMENTOS. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO. ART. 932, III, DO CPC. RAZÕES
GENÉRICAS. PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. RECURSO ADESIVO. AÇÃO DE
INDENIZAÇÃO POR DANO MORAL. ERRO MÉDICO. DEVER DE INDENIZAR. QUANTIA
FIXADA. MAJORAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. VALOR RAZOÁVEL.
1. Incumbe ao
agravante infirmar especificamente todos os fundamentos da decisão
atacada, demonstrando o seu desacerto, de modo a justificar o
cabimento do recurso especial interposto, sob pena de não ser
conhecido o agravo, nos termos do art. 932, III, do Código de
Processo Civil.
2. No tocante à Súmula nº 7/STJ, não basta a parte
sustentar genericamente a não aplicação dos óbices, sem explicitar,
à luz do contexto fático delineado no acórdão e da tese recursal
trazida no recurso especial, de que maneira a análise não dependeria
do reexame fático-probatório.
3. O caso concreto não comporta a
excepcional revisão pelo Superior Tribunal de Justiça do valor da
indenização, arbitrado em R$ 120.000,00 para cada autor, pois não se
revela exorbitante para reparar o dano moral decorrente de erro
médico.
4. Agravos em recurso especial de NOTRE DAME INTERMÉDICA
SAÚDE S/A e NOBRE SEGURADORA DO BRASIL S/A não conhecidos. Agravo em
recurso especial conhecido para negar provimento ao recurso especial
adesivo de MARIA LUCIENE DA SILVA BEZERRA E DANIEL DA SILVA BEZERRA.
Fonte: STJ — acervo público. Buscar o inteiro teor deste processo na Biblioteca.